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Na primeira versão, na ocasião da votação do Plano de Cargos e Carreira, onde a administração cortou alguns direitos dos professores, como o Quinqüênio e a Lincença Prêmio, o Vereador Zé Augusto foi admoestado por defender a manutenção desses direitos dos professores, por um pequeno grupo de professores presentes na Câmara Municipal que aplaudiram e vibraram com a aprovação do plano que contina o corte desses direitos, que reduziam em até 35% os salários, pois o quinquenio significa 5% a cada 5 (cinco) anos de serviço.

Agora no último dia 20/04, sexta, na sessão da câmara que votava o Piso Salarial dos Professores, esse mesmo grupo, aplaudia a defesa por parte dos Vereadores Tadeu, Noquinha, Cristina e Edmundo, do projeto onde não contemplava a categoria de Ensino Básico II e os Pedagogos, com os mesmos reajustes do Ensino Básico I, e vaiavam os defensores dos Professores, principalmente o Vereador Zé Augusto Goes, quando o mesmo contraargumentava os vereadores da base do Prefeito.

Nos tempos atuais, com acesso a  internet e toda informação não é possível imaginar que em uma cidade à apenas 100km de Fortaleza, ainda existam, professores tão desinformados e manipulados, que cheguem ao ponto de ficarem felizes com a sua própria desgraça. Uma coisa é apoiar a Administração Municipal que não seria nada de anormal, mas outra coisa é serem tão bobos de não terem conciência do que estão perdendo.

Entenda o Projeto do Piso:

No projeto enviado pela prefeitura,  fixou o piso salarial do magistério em R$ 1.451,00  mensais por uma jornada de 40 h semanais para os profissionais com formação mínima, nível médio na modalidade Educação Básica I. Mas para os da Educação Básica II, professores com especialização e pós-graduação, como também, para os Pedagogos, o projeto propõe uma mudança na tabela vencimental do plano de cargos e remuneração do magistério de 30 de dezembro de 2009, não contemplando com o mesmo percentual de 22,22% na remuneração. Neste ponto é que encontramos a imoralidade, a alteração desta tabela lesa os direitos adquiridos dos professores com nível superior em seus vencimentos implementados no PCCR em 2009. Os Vereadores Zé Augusto Goes, Charleys Gomes, Marcelo Boa e Junior Peixoto apresentaram uma emenda ao projeto corrigindo essa distorsão, mas foram vencidos pelos votos desfavoráveis, e contra os professores, dos vereadores Tadeu, Cristina, Edmundo, Doé e Noquinha.

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